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Itabuna: água fornecida para consumo humano possui 32 vezes mais sal que o permitido pela Anvisa

Excesso de cloreto de sódio torna a água absolutamente imprópria para a ingestão, devendo ser evitado o uso inclusive no preparo de alimentos.

17 de março - 2016 às 12h00
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Digaí SSA / Varela Notícias

Uma análise feita pelo Centro de Investigação, Diagnóstico e Controle de Qualidade (Ceniq), demonstrou que a água fornecida pela Emasa, no município de Itabuna, no sul da Bahia tem cerca de 32 vezes mais sal que o permitido pela legislação. Em uma amostra de um litro, o laboratório encontrou 8 gramas de cloreto de sódio, quando o máximo aceito pela Anvisa para classificar a água como potável é de 250 miligramas por litro. O excesso de sal torna essa água absolutamente imprópria para a ingestão, devendo ser evitado o uso inclusive no preparo de alimentos. O consumo exagerado de cloreto de sódio pode levar a problemas renais problemas de pressão arterial. Além do teor de cloreto, o laboratório coletou amostras para outras verificações relativas à potabilidade da água fornecida pela Emasa. Com a estiagem, a empresa de abastecimento passou a captar água principalmente na região de Castelo Novo, onde o Rio Almada sofre influência das marés, daí a elevada quantidade de sal encontrada. Desde o último final de semana, a Defesa Civil de Itabuna passou a trazer água de Ubaitaba e São José da Vitória, utilizando 30 caminhões-pipa.

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