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#MedeiaNegra Releitura de tragédia grega fala de empoderamento feminino

Espetáculo será exibido gratuitamente nesta sexta, 11, às 19 horas, no canal do Grupo Educacional ACBEU no YouTube. Se ligue!

10 de dezembro - 2020 às 10h20
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ATCOM Divulgação

O espetáculo Medeia Negra será apresentado nesta sexta-feira, 11, às 19 horas, encerrando a programação de Sextas Culturais promovidas pelo Grupo Educacional ACBEU em celebração ao Dia da Consciência Negra. Em uma releitura da tragédia grega, a personagem interpretada pela atriz Márcia Limma, que desconstrói o mito para convocar as mulheres à retomada do poder. A peça, dirigida por Tânia Farias, revela outras possíveis leituras da história imposta pelo patriarcado como uma metáfora das mortes que as mulheres negras são obrigadas a carregar. Cânticos negros de libertação são evocados durante a apresentação, que é uma adaptação do espetáculo teatro para o formato online produzida na casa da artista. O espetáculo será transmitido gratuitamente na sexta, 11, no canal do Grupo Educacional ACBEU no YouTube e ficará disponível para o público até domingo, 13. O projeto das Sextas Culturais, que começou em novembro, foi realizado em parceria com o Consulado Geral dos Estados Unidos no Rio de Janeiro e o Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Universidade Federal da Bahia.

| SERVIÇO |

Espetáculo Medeia Negra

Data: sexta-feira, 11 de dezembro, às 19 horas

Medeia é vista, por nós, como a fundação de uma exclusão fundamental: a invisibilização da voz feminina. Sob o nome de "bárbaro" se justifica o exílio e a divisão do mundo entre civilização e barbárie. A peça vai então revelar, para o público, outras possíveis leituras do mito. É uma montagem que não desenvolve propriamente uma história ou um drama, no sentido aristotélico do termo. A história imposta pelo patriarcado é uma metáfora das mortes que as mulheres negras são obrigadas a carregar. Ela nos serve, aqui, como um mito de referência. No tempo passado, presente e futuro, a personagem desconstrói o mito para convocar as mulheres à retomada do poder. A ancestralidade e a evocação aos cânticos negros de libertação disparam um embate entre público e personagem sobre as reflexões levantadas.

 

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