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Moradores reclamam da situação de estrada que liga Marcionílio Souza, Itaetê e Andaraí

O Sertão Baiano já havia alertado para essa situação. Veja vídeo e confira todos os detalhes!

21 de janeiro - 2016 às 09h20
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Jornal da Chapada / Foto: Reprodução Youtube

A deterioração da BA-245, que liga os municípios de Marcionílio Souza ao entroncamento de Andaraí, passando por Itaetê, já vem de outros governos, mas agora, com as fortes chuvas que caem na região, a via que dá acesso também a vários pontos turísticos da Chapada Diamantina, está intransitável. Segundo vídeos enviados à redação do Jornal da Chapada, o governo estadual está construindo apenas 12 quilômetros da estrada, o que não atende o clamor de quem tem que passar pelo local todos os dias, como as vans que fazem o transporte alternativo na região.

A recuperação da BA já é pauta na Secretaria Estadual de Infraestrutura (Seinfra), atendendo os pedidos do deputado estadual Eduardo Salles (PP) e do ex-prefeito de Itaetê, Bolota, que estiveram juntos, recentemente, em audiência na Seinfra para tratar do assunto. “Nós dois entregamos ao chefe da pasta, Marcus Cavalcanti, ofício solicitando a recuperação da BA-245, que liga Marcionílio Souza ao entroncamento de Andaraí e Mucugê, passando por Itaetê. Conseguimos também as obras de melhoria nos 10 quilômetros que ligam Várzea Dantas à sede de Itaetê”, aponta o deputado em sua página no Facebook.
 


Trecho turístico

Com a estrada completamente destruída, a situação econômica envolvendo o turismo fica cada vez mais difícil na região. A via dá acesso a diferentes balneários do Rio Paraguaçu e locais bastante visitados por turistas como as grutas da Lapa do Bode, Natal, Lagoa Preta e o famoso Poço Encantado.

“Estão fazendo 12 quilômetros, quando o certo seria fazer 80, de Marcionílio Souza a Andaraí, e deixando o resto sem fazer. É uma vergonha. Itaetê tem um potencial turístico enorme, sem falar em nós moradores que estamos ficando ilhados, e mais, imaginando a situação das ambulâncias com doentes sendo transportados para outras cidades para atendimento”, aponta a moradora Ricardina Magalhães em contato com o Jornal da Chapada.

O Sertão Baiano já havia alertado para essa situação!

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