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Mulheres empreendem para impulsionar agricultura no Vale do São Francisco

Frutas produzidas na região alcançam mercados como Estados Unidos, Canadá, países da Ásia, da Europa e África. Saiba mais!

29 de julho - 2019 às 10h21
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Notícias Agrícolas

"Na margem do São Francisco, nasceu a beleza e a natureza ela conservou (...) Eu gosto de Juazeiro e adoro Petrolina" , cantou Alceu Valença, talvez prevendo que essa região do Brasil, uma zona semiárida, localizada no Nordeste do país, se destacaria na produção agrícola com tamanha força. Hoje, o Vale do São Francisco é uma região rica em tecnologia, pesquisa, desenvolvimento e conhecida pela produção das melhores frutas do mundo.

Hoje, as frutas do São Francisco alcançam mercados como Estados Unidos, Canadá, países da Ásia, da Europa e África. Mais de 20% da produção estão destinados à exportação. A abertura de novos mercados é constante, o que mantém o volume exportado também em uma curva ascendente. A fruticultura da região - que hoje é o terceiro maior produtor mundial de frutas - já movimenta mais de R$ 3 bilhões por ano. São mais de 200 mil empregos e a produção passa de 1 milhão de toneladas.

Manga, uva, pêra, vinhos, queijos, carnes e mais uma série de outros sabores tornaram-se foco de produtores rurais que hoje já exercem suas atividades mirando um mercado exportador cada vez mais exigente e seletivo. Os investimentos locais são crescentes em uma região, segundo dados da Embrapa, de cerca de 17 milhões de habitantes e aproximadamente 900 municípios. É o agronegócio trazendo desenvolvimento e prosperidade para mais brasileiros.

Petrolina, no lado pernambucano, e Juazeiro, do outro lado do rio, na Bahia, são as duas cidades principais da região produtora ... outras também se destacam... como Curaçá, Sento Sé e Casa Nova. O investimento principal é na agricultura irrigada, já que a região é característica por um regime de chuvas irregular e de baixo volume, com concentração das precipitações em um período de 3 a 5 meses. Além disso, as temperaturas são bastante elevadas - a produção afinal, nada mais é do que uma produção sertaneja, e talvez por isso seja tão resiliente! - e a insolação, ainda segundo a Embrapa, é muito intensa, com aproximadamente 2.800 horas/ano.

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