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Pelo bem de Lapão, Jedinho se afasta de Ricardo e será vice de Dr. Diogo

Enquanto nova liderança conseguiu unir a oposição, prefeito Ricardo Rodrigues é acusado de ingratidão. Confira todos os detalhes!

15 de março - 2020 às 12h06
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Divulgação

O vereador Jedson Gomes de Matos, carinhosamente chamado de Jedinho, rompeu com o grupo do prefeito Ricardo Rodrigues, de Lapão, e foi anunciado como pré-candidato a vice na chapa encabeçada pelo médico Diogo Mendonça, que desponta como grande revelação da política na Região de Irecê. Graças ao prestígio pessoal e capacidade de articulação, Dr. Diogo conseguiu unir a oposição e colocou lado a lado dois “pesos pesados” da vida pública laponense: Valdenor Militão e o ex-prefeito Hermenilson Ferreira Carvalho. Numa demonstração de grandeza e humildade, Militão e Hermenilson abriram mão do protagonismo nas eleições 2020 para apoiar um projeto novo, cujo objetivo é unir a cidade e por fim ao coronelismo e a utilização da máquina pública em proveito pessoal. 

A saída de Jedinho da base governista foi um duro golpe. Abalado, o atual prefeito Ricardo Rodrigues tentou desqualificar o agora ex-aliado. “Há oito anos a gente guentando [sic]... Pense numa coisa que foi um alívio”, afirmou o gestor em áudio que circula pelas redes sociais. Ingratidão? Falta de escrúpulos? Desespero? Fato é que, agora, Ricardo perde espaço no Povoado de Aguada Nova, localidade responsável pela consagração da sua vitória no pleito de 2016. 

Liderança forte na comunidade, eleito com quase mil votos, Jedinho é querido pelos serviços prestados e pelo comprometimento em melhorar a vida de todos, especialmente dos mais humildes. Outro personagem influente em Aguada Nova que também reforça a oposição é Bráulio Mendonça, ex-prefeito, ex-secretário, ex-vereador, tido como homem de palavra e atitude. Será que o prefeito Ricardo também vai tentar depreciá-lo? Enquanto isso, na vã tentativa de estender o seu poder, Ricardo Rodrigues se esforça para emplacar a candidatura do vice Márcio Messias. Com grande resistência popular, o projeto governista perde densidade política e carrega o peso de uma gestão ultrapassada, elitista, sem fibra e deitada em “berço esplêndido”. 

 

 

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