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PM prende acusado de matar família em Feira de Santana

Cinco pessoas da mesma família morreram carbonizadas em um incêndio criminoso.

06 de janeiro - 2017 às 18h02
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SSP-BA / Correio 24 Horas

A Polícia Militar, por meio do Pelotão de Emprego Tático Operacional (Peto) da 64ª CIPM, prendeu, na manhã desta sexta-feira (6), Gílson de Jesus Moura, 49 anos, acusado de matar os familiares em Feira de Santana, a 117 quilômetros de Salvador, no momento em que tentava fugir para outro município. Às 6h30 desta sexta-feira (6), a PM recebeu uma denúncia anônima sobre a fuga de Gílson e, imediatamente, fez um cerco nos principais locais da cidade. Uma equipe do Peto o localizou no Largo do Marajó, centro de Feira, entre a Rua João Evangelista e a avenida Presidente Dutra, conhecido por concentrar meios de transporte para outros lugares. Preso, ele foi conduzido para o Complexo de Delegacias do Sobradinho, onde foi interrogado pelo delegado João Uzzum, responsável pela 1ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Feira de Santana). 

Entenda o caso

Cinco pessoas da mesma família morreram carbonizadas em um incêndio na madrugada desta quarta-feira (4), em um imóvel do Condomínio Alto do Rosário, na Rua Itatiaia, no bairro da Mangabeira, em Feira de Santana. A suspeita da polícia é que o proprietário do imóvel Gilson de Jesus Moura, 49 anos, teria ateado fogo no imóvel e fugido. Das cinco vítimas, três eram filhas deles, uma enteada e a outra filha da enteada.
As vítimas foram Thaís de Jesus Moura, 13 anos, Carlos Alexsandro de Jesus Moura, 9, Xayane Vitória de Jesus Moura, 8, filhas de Gilson. Além delas, a enteada dele, Emily de Jesus Moura, 16, que estava grávida de cinco meses, e o filho dela, Enzo, de 1 ano e 11 meses.

A mulher do suspeito e mãe de quatro das vítimas, Ana Cristina de Jesus, 37 anos, e outra filha dela, Aila de Jesus Moura, que também estavam no imóvel, foram socorridas pelos vizinhos com queimaduras graves. Ana Cristina foi levada para o Hospital Clériston Andrade e Aila para o Hospital da Criança. "Foram salvas porque os vizinhos perceberam as chamas e derrubaram a porta. A mulher tinha queimaduras graves nos braços e nas pernas", informou o major Luiz Alberto Souza e Silva Junior, comandante do 2º Grupamento de Bombeiros Militar (GBM).

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