
Wagner critica o mimado traidor do Brasil
O senador Jaques Wagner (PT) provou defendeu o Brasil com humor ácido ao comentar a excursão patética de Eduardo Bolsonaro (PL), que uma espécie de pinscher de Trump. Enquanto o herdeiro bolsonarista passa os dias lambendo as botas do ex-presidente americano e pedindo sanções contra seu próprio país – numa clara candidatura ao título de “traidor da pátria do ano” –, Wagner dispensou até o nome do colega, lembrando que “não se põe coisa podre na boca”. O baiano mostrou que, em tempos de vira-latismo disfarçado de diplomacia, às vezes um pouco de sarcasmo é o melhor antídoto contra a vergonha alheia.
REDA o trabalho escravo moderno do serviço público
Enquanto os quase extintos concursados desfrutam de estabilidade, FGTS, plano de carreira e salários dignos, os REDAs são explorados como mão de obra barata e descartável. Sem direitos trabalhistas básicos, sem proteção contra demissões arbitrárias e sem voz para reivindicar, esses profissionais vivem sob o jugo de chefias que usam o medo como ferramenta de controle. A escolha pelo regime REDA, em vez de concursos públicos, revela o verdadeiro objetivo: manter trabalhadores reféns de um sistema que privilegia a submissão. Por exemplo: professores que já é uma categoria desgraçadamente maltratada, no REDA é ainda mais sofrível, são designados para dar aulas em áreas de conhecimento técnico diferente da sua formação. Fazem tudo o que um docente concursado faz. Em alguns casos faz até dobrado. Podemos provar rapidamente essas constatações. Enquanto isso, o poder público economiza nos salários e lucra com o silêncio forçado de quem teme perder o sustento do dia para noite. Uma precarização que envergonha qualquer discurso de valorização do serviço público.
Marcelo Nilo descobre o conceito de ‘erro moral’, mas as paredes da ALBA riem dele primeiro
Em sua nova carreira como moralista de aluguel, o ex-presidente da ALBA Marcelo Nilo agora aponta o dedo para as mordomias do ministro Rui Costa com a autoridade de quem… bem, conhece o assunto por experiência própria. Enquanto critica Rui Costa pelo uso de aviões oficiais para passeios à fazenda, as paredes da Assembleia baiana cochicham lembranças inesquecíveis: Quem diria que o rei das vantagens viraria paladino da ética? Disse uma parede. Ironia sem graça ver um especialista em “como explorar a máquina pública” dar aulas de probidade.
O Genocídio de Gaza e a Hipocrisia do Mundo em 10 Atos
- Operação “humanitária” israelense – dia após dia, o exército israelense demonstra sua “precisão cirúrgica”: crianças na fila do pão, mães em busca de água, famílias sob escombros. Alvos móveis, mas sempre certeiros.
2. A Lógica do massacre – não é “defesa”, é extermínio. Crianças mortas hoje são “futuros terroristas” evitados; mulheres assassinadas são “ventres a menos” para a resistência palestina. Uma matemática perversa de um discurso demoníaco.
3. O Silêncio dos “defensores dos Direitos Humanos” – ONU? Condenações de papel. Ocidente? Preocupação seletiva. Enquanto ucranianos são vítimas, palestinos são “danos colaterais”. A comoção tem apenas um lado.
4. Os EUA: financiadores da carnificina – Enquanto Trump fala em paz no mundo, seu governo aprova bilhões em armas para Israel. Lágrimas de crocodilo com cheiro de pólvora.
5. A Mídia e a linguagem do apagamento – “Conflito”, “choque”, “retaliação”. Nunca “genocídio”. Palestinos não morrem – “perdem a vida”, como se fosse acidente, não política de genocídio praticado por Israel.
6. A Farsa da “autodefesa” – Gaza, prisão a céu aberto, sem exército, sem fronteiras, sem luz. Que ameaça representa? A de existir. E Israel não tolera testemunhas.
7. A Europa e sua amnésia conveniente – Holocausto nunca mais? Só se for o deles. Navios de refugiados afundam no Mediterrâneo, enquanto aviões carregados de bombas para Tel Aviv decolam de suas bases.
8. A Resistência Palestina como “terrorismo” – Oprimidos não têm direito à revolta, só à submissão. A violência do colonizador é “direito”; a do colonizado, “barbárie”.
9. O Mundo Árabe cúmplice – Governos que normalizam relações com Israel enquanto Gaza queima. Petrodólares compram silêncio, e a causa palestina vira peça de museu. Enquanto isso, Cuba e Venezuela que não exterminam ninguém, vivem longos anos de sanções comerciais.
10. O futuro que espera? – Daqui a 50 anos, dirão “não sabíamos”. Mas as imagens estão aí: crianças esquartejadas, mães com restos mortais nos braços, líderes globais apertando as mãos de seus algozes. História não perdoará.
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