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Avião da Gol fica a 22 metros de colisão com aeronáve da Azul em São Paulo

Dois aviões comerciais protagonizaram um episódio de perda de separação mínima na manhã desta quinta-feira (30), nas imediações do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. A ocorrência envolveu um jato da Azul, voo AD-6408, que iniciava a decolagem, e uma aeronave da GOL, voo G3-1629, que se aproximava para pouso, gerando momentos de tensão durante as operações.

De acordo com informações iniciais, o Boeing 737-800 da GOL, matrícula PR-GXN, precisou arremeter enquanto realizava a aproximação final. Ao mesmo tempo, o Embraer E195-E2 da Azul, matrícula PS-ADE, iniciava a decolagem na mesma pista. As manobras realizadas simultaneamente reduziram significativamente a distância entre os aviões, protagonizando uma situação crítica dentro dos padrões de segurança da aviação.

Durante a ocorrência, o controlador de tráfego aéreo instruiu que a decolagem fosse abortada e, em seguida, determinou a arremetida da aeronave da GOL. Os pilotos da GOL confirmaram o comando e iniciaram a manobra, mas não houve resposta imediata da tripulação da Azul, que prosseguiu com a decolagem. Diante do cenário, o controlador orientou a Boeing a realizar uma curva à direita para evitar o conflito. Pouco depois, os pilotos relataram alerta do TCAS, sistema que indica risco de aproximação perigosa entre as aeronaves.

Registros de rastreamento apontam que, já em subida inicial, o avião da Azul ficou a cerca de 22 metros de separação vertical em relação ao jato da GOL. Para evitar um acidente, os pilotos executaram manobras evasivas em direções opostas. Relatos de passageiros e de pessoas próximas ao aeroporto indicam que a proximidade foi incomum e causou apreensão.

Apesar do susto, o voo da GOL iniciou outra aproximação e pousou em segurança, enquanto o E195-E2 da Azul seguiu normalmente para Confins, onde pousou sem intercorrências.

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