O escritório Guimarães Advogados Associados se manifestou após ser citado em uma matéria relacionada à investigação do Ministério Público Federal (MPF) sobre possíveis irregularidades envolvendo recursos do antigo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef), no município de Igaporã, no sudoeste da Bahia.
Em nota encaminhada à redação, a defesa do escritório afirmou que não existe contrato firmado com a Prefeitura de Igaporã para atuação em ações de recuperação de créditos do Fundef. Segundo os advogados, a associação do nome da banca jurídica ao caso investigado pelo MPF teria ocorrido de forma equivocada.
A publicação original abordava a apuração do MPF sobre possíveis pagamentos de honorários advocatícios com recursos ligados aos precatórios do Fundef. Na manifestação enviada ao portal, o escritório sustenta que nunca foi contratado pelo município para esse tipo de serviço e pediu a atualização das informações divulgadas anteriormente.
O Ministério Público Federal segue conduzindo diligências para apurar a destinação dos recursos e verificar possíveis irregularidades relacionadas ao uso das verbas da educação. Até o momento, segundo o próprio órgão, não houve adoção de medidas judiciais no caso.
Após o recebimento da manifestação da defesa, a reportagem foi atualizada para incluir o posicionamento do escritório citado. O espaço segue aberto para manifestações da Prefeitura de Igaporã e demais envolvidos.