O Índice de Amor Digital (IAD-2025) analisou publicações e referências públicas na internet para identificar quais cidades brasileiras receberam mais manifestações de afeto em 2025, entre 1º de janeiro e 31 de dezembro. O ranking considera apenas municípios não capitais; capitais estaduais e o Distrito Federal ficaram fora do levantamento. Para o índice, a menção é classificada como afeto quando reúne elogio explícito — como orgulho, saudade ou encanto — e recomendação associada, vinculada a vivência do lugar: relato de visita, experiência, moradia ou intenção de retorno. Na lista final, as primeiras posições foram ocupadas por Gramado (RS), Ipojuca (PE), Porto Seguro (BA), Foz do Iguaçu (PR) e Armação dos Búzios (RJ).
Coleta e filtros
As referências em redes sociais e mídia online foram consolidadas por ferramentas de monitoramento de menções (Talkwalker, Brandwatch, Meltwater e Sprinklr), com recorte por período e idioma e classificação automática de sentimento. As buscas partiram de um dicionário municipal padronizado, com nome oficial, UF e variações de uso, e aplicaram regras para separar cidades com o mesmo nome e descartar casos em que o termo tinha outro sentido.
A pesquisa foi organizada em três frentes: direta, contextual e afetiva. Na direta, entram combinações de “cidade + UF” e variações. Na contextual, entram registros em que o município aparece ligado a termos de localização ou turismo, como “moro em”, “visitei”, “turismo”, “roteiro” e “o que fazer”. Na afetiva, entram padrões de elogio e indicação. Para reduzir erros, foram aplicados filtros contra ironia e sarcasmo e bloqueios para spam, replicações automáticas e campanhas com texto idêntico repetido em grande volume. A limpeza também retirou duplicações por conteúdo e por URL, tratou republicações e reduziu a influência de supercontas, perfis que publicam em volume muito alto sobre o mesmo tema.
Pontuação e checagem
Com a base final, o IAD-2025 calcula cinco componentes que formam a nota: Densidade de Amor, Volume de Amor, Consistência, Desejo e Hospitalidade. A Densidade de Amor mede a proporção de menções afetivas dentro do conjunto de referências válidas do município. O Volume de Amor soma essas ocorrências, com ajuste para reduzir o efeito do tamanho da cidade e dar mais peso à diversidade de autores. A Consistência observa a presença do afeto ao longo dos 12 meses, com menor peso para picos isolados. O Desejo reúne sinais públicos de intenção de viagem e buscas por hospedagem associadas ao município. A Hospitalidade considera premiações e avaliações verificadas do setor de viagens.
Em caso de empate, a classificação é definida por maior Densidade de Amor, depois maior Consistência e, por fim, maior Desejo. Antes do fechamento, foi feita checagem humana por amostragem nas primeiras posições e na faixa de corte do Top 50 para confirmar o sentido elogioso das publicações e evitar confusão com cidades de mesmo nome.
RANKING — REVISTA BULA
CIDADES
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1
Gramado (RS)
Em dias frios, o casaco vira parte do passeio e a cidade faz questão de parecer arrumada para visita. Ruas bem cuidadas, canteiros caprichados e aquela sensação de “cenário” puxam caminhadas sem pressa e muitas paradas para comer bem. A programação costuma ser estável: bons hotéis, bons restaurantes, eventos que mudam o humor de cada temporada. Para casal e família, a graça está na previsibilidade confortável.
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2
Ipojuca (PE)
Quando o mar colabora, a cor da água resolve metade do encanto antes mesmo do primeiro mergulho. O município tem estrutura turística que deixa o roteiro fácil: hospedagem, passeios e comida aparecem sem esforço, e a viagem parece “redonda” no melhor sentido. O ritmo é de descanso, com praias que rendem foto sem precisar caçar ângulo. É o tipo de lugar que dá vontade de voltar porque funciona.
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3
Porto Seguro (BA)
Aqui dá para misturar praia, passeio cultural e noite animada sem sair do mesmo eixo. Um dia puxa o mar, o outro puxa história e comida regional, e sempre existe alguma vila ou praia vizinha para variar o cenário. Quem viaja em grupo acha opções; quem vai a dois também. O destino vira assunto fácil porque oferece lembranças “contáveis”: sol, passeio e energia turística.
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4
Foz do Iguaçu (PR)
A fronteira dá um tempero internacional e a natureza entrega impacto de verdade. O roteiro funciona para poucos dias ou para uma estadia maior porque a cidade tem logística pronta: transporte, serviços e passeios bem amarrados. Além do ar livre, aparece variedade cultural e gastronômica típica de região de encontro. É visita que vira recomendação espontânea, dessas que a pessoa repete sem muito esforço.
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5
Armação dos Búzios (RJ)
Búzios combina praia com caminhada boa: enseadas diferentes para escolher, comércio e restaurantes para esticar o dia. No fim de semana, o destino encaixa como luva; em feriado, vira maratona de praias e pôr do sol. O charme está no contraste entre mar e rua agradável, com cara de viagem “arrumada”. Quem quer estrutura sem abrir mão de paisagem costuma acertar aqui.
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6
Maragogi (AL)
Maragogi é aquele lugar em que o mar, em maré certa, parece mudar a régua de “água clara”. A ideia da viagem é simples: descansar, fazer passeios leves e passar horas olhando para um azul que dá vontade de registrar. Há opções de hospedagem e serviços para perfis diferentes, e o destino agrada justamente por não exigir roteiro complicado. Elogio sai fácil.
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7
Campos do Jordão (SP)
Quando esfria, a cidade vira refúgio romântico; quando não esfria, ainda funciona como pausa verde em cima da serra. A experiência costuma girar em torno de gastronomia, passeios urbanos tranquilos, parques e mirantes. As hospedagens entram forte na equação, com foco em conforto. Por ser fácil de encaixar num fim de semana, aparece sempre nas indicações — e muita gente repete a dose.
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8
Bonito (MS)
Aqui a natureza vem com organização: atividades guiadas, horários, regras claras e uma sensação de cuidado que tranquiliza. Rios transparentes, banhos e trilhas puxam um roteiro ativo, mas bem planejável. Quem volta de Bonito geralmente volta contando “como fazer”, porque o destino incentiva relato prático. As imagens saem consistentes, e a experiência costuma agradar quem quer ecoturismo sem improviso.
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9
Jijoca de Jericoacoara (CE)
Dunas, lagoas e aquele fim de tarde que vira programa oficial: Jericoacoara tem narrativa simples e poderosa. Os passeios em veículos apropriados costuram paradas em pontos de água e mirantes naturais, com descanso entre um deslocamento e outro. A vila segura hospedagem e comida sem drama. Para casal e grupo, o destino entrega clima de férias e cenário que se explica sozinho em foto.
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10
Arraial do Cabo (RJ)
Arraial é direto ao ponto: barco, paradas para banho, mirantes e dias de praia com mar muito claro quando tudo encaixa. Por funcionar bem em viagens curtas, aparece como solução rápida de fim de semana — e por isso a recorrência é alta. O roteiro não pede grandes malabarismos: escolher o passeio, evitar horários ruins, aproveitar. O resultado costuma ser aquele álbum que parece “fora do Brasil”.
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11
Ubatuba (SP)
Ubatuba resolve a viagem pela variedade: sempre tem uma praia que combina com o humor do dia. Dá para alternar mar, trilhas leves, mirantes e pedaços de mata atlântica que deixam o cenário mais verde do que a média. No verão, a cidade bomba; na meia-estação, dá para buscar um ritmo mais calmo. Por oferecer muitas opções num mesmo município, vira dica recorrente.
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12
Ilhabela (SP)
Ilhabela pode ser simples ou exploratória, dependendo do quanto você quer se mexer. Praias, trilhas, banho em água doce e passeios de barco permitem montar um roteiro do “pé na areia” ao “vamos descobrir”. A vegetação intensa muda a cara das fotos e dá sensação de viagem maior, mesmo em escapada curta. Com boa oferta de comida e hospedagem, o destino agrada quem quer natureza com conforto.
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13
Caldas Novas (GO)
Aqui a promessa é objetiva: água quente e descanso, com entretenimento fácil para família. Isso simplifica tudo — o clima externo pesa menos, o planejamento fica mais previsível, e a viagem tende a agradar sem surpresas. A cidade está preparada para receber muita gente em férias e feriados, com ampla estrutura turística. Quem busca relaxar sem depender de mar costuma recomendar sem hesitar.
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14
Olímpia (SP)
Olímpia é viagem de lazer “sem mistério”: parques aquáticos, hotéis pensados para família e programação que funciona em férias e feriados. A previsibilidade joga a favor: você chega sabendo o que vai fazer e, em geral, sai satisfeito. Eventos e movimento sazonal mantêm a cidade em evidência. É destino que aparece em lista porque entrega um roteiro claro e repetível.
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15
Mata de São João (BA)
Coqueiral, areia clara e uma estrutura turística que reduz atrito: a ideia aqui é descanso confortável. Hotelaria, restaurantes e serviços ajudam a manter a viagem fluida, boa para poucos dias ou férias inteiras. O visual clássico de litoral “limpo” rende fotos bonitas sem esforço. Por estar em rota conectada, o município entra como escolha prática para quem quer praia bonita com organização.
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16
Urubici (SC)
Urubici chama para olhar: mirantes, estradas cênicas, quedas d’água e aquela atmosfera de serra que fica mais forte quando a neblina aparece. O roteiro costuma combinar contemplação com conforto — pousada aconchegante, comida de clima frio, passeio diurno sem correria. Casais gostam do clima; famílias também se encaixam. É recomendação comum para quem quer “inverno brasileiro” com paisagem grande.
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17
São Bento do Sapucaí (SP)
A serra aqui pede vista panorâmica e trilha na medida da disposição. Dá para montar um fim de semana com mirantes, caminhada e descanso sem precisar de grandes deslocamentos. Hospedagens acolhedoras e boa comida ajudam a manter o ritmo confortável. O cenário entrega aquela sensação de escapada: ar de montanha, silêncio e foto com cara de “fui longe”, mesmo ficando perto.
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18
Gonçalves (MG)
Gonçalves é Mantiqueira com jeito de refúgio: pousada charmosa, estrada bonita e um roteiro que valoriza comer bem e desacelerar. O passeio alterna paisagem e programas simples — café, restaurante, mirante, natureza. O conteúdo que a pessoa leva costuma ser mais “aconchego” do que espetáculo: frio, calmaria, comida. Quem gosta desse ritmo recomenda com aquela frase típica de descoberta.
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19
Camanducaia (MG)
Camanducaia entra no radar como serra de fim de semana: clima frio em parte do ano, atmosfera de vila e foco em conforto. Caminhadas leves, mirantes e programas gastronômicos montam um roteiro fácil de organizar. A estética de montanha ajuda a vender a viagem — especialmente no frio. É escolha recorrente para casal e para quem quer descanso com cara de “viagem especial” sem logística pesada.
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20
Cunha (SP)
Cunha tem ritmo de interior e gosto de estrada: paisagem rural, clima de serra e uma cena local criativa que convida a parar e experimentar. O roteiro tende a ser tranquilo — mirante, natureza, comida com produtos da região — e isso vira parte do charme. Em certas épocas, o apelo visual do campo cresce e puxa foto com estética forte. É uma fuga do óbvio que não exige ir longe.
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21
Resende (RJ)
Resende aparece como base prática para descanso na serra: fácil de acessar, boa para escapadas curtas e com opções de natureza na região. O roteiro costuma misturar clima mais fresco, paisagens verdes e programas ao ar livre, com apoio de hospedagem e gastronomia. Muita recomendação vem do “funciona sem complicar”: chegar rápido, descansar bem, voltar renovado. A surpresa positiva costuma ser o que mais pesa no boca a boca.
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22
Praia Grande (SC)
No extremo sul catarinense, Praia Grande puxa para a natureza e para o cenário amplo. Trilhas, mirantes e passeios que destacam relevo e vegetação formam um roteiro de contemplação, com clima mais calmo do que o litoral clássico. A logística tende a ser simples para quem gosta de ar livre. As imagens ficam com cara de “horizonte” — e isso costuma render muita indicação para quem busca paisagem sem pressa.
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23
Pomerode (SC)
Pomerode tem identidade clara: herança cultural marcante, organização e experiências que giram em torno de tradição e gastronomia. O passeio a pé funciona bem, e a estética reconhecível rende foto fácil. A sensação de “capricho” aparece no conjunto: ambiente, serviços e programação para famílias. Por ser boa para viagem curta no Sul, o município entra em roteiro de muita gente como parada certeira.
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24
Japaratinga (AL)
Japaratinga entrega o que muita gente procura na costa alagoana: mar calmo, clima tranquilo e viagem para desacelerar. O roteiro é pé na areia, com hospedagens acolhedoras e passeios simples, sem aquela obrigação de preencher cada hora. A estética do litoral claro e coqueiral costuma render registro bonito e “limpo”. Por estar perto de outros destinos, aparece bastante em roteiros combinados e ganha força como refúgio.
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25
Trairi (CE)
Trairi tem vibe de vila: coqueiral, mar, céu e um pôr do sol que costuma fazer a pessoa tirar o celular sem pensar. O ritmo é de descanso, mas a região também atrai quem curte vento em épocas adequadas. Por ser alternativa a destinos mais cheios, surge muito como dica — aquela recomendação de grupo que vem com ar de “achado”. Simples, fotogênico e sem excesso de agito.
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26
Bombinhas (SC)
Bombinhas funciona pela variedade de enseadas: dá para trocar de praia sem repetir o dia. Trilhas curtas e mirantes entram como complemento e aumentam o número de cenários no mesmo roteiro. Em temporada, a infraestrutura aparece forte, com muita opção de hospedagem e comida. Quando o mar está bonito, o resultado costuma ser elogio direto e foto que se paga. É destino bom para combinar descanso e ar livre.
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27
Balneário Camboriú (SC)
Aqui o mar divide atenção com a cidade: orla movimentada, atrações, gastronomia e vida noturna mantêm o destino vivo além da praia. Grupos gostam da variedade e da sensação de conveniência — sempre há um programa disponível. O visual urbano à beira-mar gera muito registro e ajuda a manter o nome circulando. Para viagem rápida, é escolha prática de quem quer “movimento” com estrutura forte.
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28
Canela (RS)
Canela segura bem o lado natureza da serra: parques, mirantes e trilhas leves, com clima acolhedor quando o frio aparece. A gastronomia regional e as hospedagens confortáveis sustentam o roteiro sem exigir longas distâncias. Para família e casal, a viagem fica variada sem virar correria. A estética de serra — verde, neblina, altitude — ajuda a render fotos consistentes. E a cidade combina bem como complemento de roteiro na região.
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29
Bento Gonçalves (RS)
Bento puxa para o sensorial: roteiro rural, visitas guiadas, degustações e almoços longos que viram parte da viagem, não só intervalo. A paisagem de interior dá um ar elegante aos registros e muda conforme a época do ano. Quem gosta de gastronomia e de experiências com narrativa cultural costuma sair satisfeito. O destino aparece muito como recomendação “caprichada”, dessas que a pessoa indica para celebrar e comer bem.
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30
Poços de Caldas (MG)
Poços é descanso tradicional: clima ameno, parques, passeio urbano tranquilo e um ritmo que favorece café, conversa e caminhada. A estrutura de cidade “fácil” ajuda em feriados e viagens curtas, sem exigir planejamento complexo. O conteúdo costuma ser mais afetivo do que espetacular — paisagem, comida, calmaria. Por ser previsível e confortável, entra em muitas listas como lugar bom para desligar.
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31
Capitólio (MG)
Capitólio costuma impressionar rápido: paisagens de água doce que rendem foto e vídeo sem precisar explicar muito. O destino se adaptou para receber perfis diferentes, o que ajuda na satisfação e na organização do roteiro. Dá para ir num ritmo mais contemplativo ou preencher os dias com passeios. A recomendação geralmente vem carregada de entusiasmo — aquela sensação de “vale a viagem” que faz o nome circular.
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32
Cambará do Sul (RS)
Cambará chama quem gosta de horizonte e caminhada: mirantes, trilhas e paisagens amplas, com clima mais frio em certas épocas. A proposta é clara e funciona bem para quem quer contemplar e desacelerar. Hospedagens reforçam a sensação de refúgio, e o silêncio costuma entrar como “atração” não oficial. O destino aparece como alternativa ao litoral e ganha elogio de quem busca natureza grande e tranquilidade.
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33
Alto Paraíso de Goiás (GO)
Aqui o Cerrado vira roteiro: trilhas, cachoeiras e dias ao ar livre que você ajusta ao próprio ritmo. A atmosfera local costuma puxar para bem-estar e descanso ativo, e isso reflete nas recomendações. As imagens são consistentes — pedra, água, céu aberto — e os relatos geralmente falam de “renovar as energias”. Por unir natureza com estrutura e uma proposta clara, Alto Paraíso vira escolha comum para feriados e férias.
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34
Cavalcante (GO)
Cavalcante atrai quem quer natureza com sensação de descoberta. Passeios guiados e contato mais intenso com o ambiente reforçam a ideia de viagem menos óbvia, e isso pesa na memória. A logística pede um pouco mais de planejamento, mas o retorno costuma vir em forma de entusiasmo e recomendação forte. As fotos ficam marcantes e os relatos ganham tom de “vale o esforço”. É destino indicado para quem busca Cerrado com mais rusticidade.
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35
Barreirinhas (MA)
Barreirinhas é base prática para explorar dunas e lagoas sazonais com estrutura turística mais fácil de organizar. O roteiro costuma ser altamente visual: areia, água clara e pôr do sol, com cenas que ficam fortes em qualquer câmera. A organização ajuda a transformar a viagem em dica de serviço — “faz desse jeito” — e isso espalha recomendação. Para quem quer paisagem única com menos complicação, aparece como porta de entrada natural.
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36
S. Amaro do Maranhão (MA)
Santo Amaro entrega dunas e lagoas com clima mais silencioso e rústico, o que atrai quem quer natureza com menos interferência. A experiência costuma render sensação de “fora do comum”, e isso vira relato emocional com facilidade. Por exigir mais planejamento, o destino ganha valor de indicação: quem foi gosta de explicar, recomendar, convencer. O roteiro fica centrado na paisagem, e o cenário faz o resto.
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37
Lençóis (BA)
Lençóis funciona como base organizada para passeios de natureza, com cara de vila turística que facilita estadia e logística. Caminhadas, trilhas, mirantes e banhos em água doce entram em combinações diferentes conforme o nível de disposição. A variedade de cenários aumenta o tempo de permanência e rende registros diversos. A recomendação costuma vir junto de uma promessa simples: dá para ter aventura com estrutura e voltar com história boa para contar.
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38
Paraty (RJ)
Paraty mistura caminhada em área histórica com mar por perto, criando um roteiro variado sem exigir grandes deslocamentos. A cidade também segura interesse com gastronomia e calendário cultural, o que amplia a viagem além do feriado. O visual preservado e o ritmo de passeio a pé ajudam a manter o clima de “viagem gostosa”. É destino que gera elogio direto por somar charme e serviço sem complicar.
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39
Petrópolis (RJ)
Petrópolis é serra com história e praticidade de fim de semana. Passeios culturais, áreas arborizadas e gastronomia costuram um roteiro tranquilo, com opções ao ar livre para quem quer esticar o dia. A cidade costuma agradar por ser organizada e variada sem exigir planejamento pesado. O conteúdo fica diverso — arquitetura, comida, paisagem — e a recomendação aparece muito como “passeio completo” para uma escapada rápida.
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40
Tiradentes (MG)
Tiradentes é pequena, caminhável e caprichada: patrimônio preservado, atmosfera romântica e uma gastronomia que costuma roubar a cena. Por ser compacta, facilita o planejamento e funciona bem em fim de semana. O visual rende fotos consistentes e o passeio tem ritmo de calma — rua, restaurante, pousada, conversa. Em temporadas culturais e gastronômicas, o destino ganha ainda mais movimento. É daquelas indicações que vêm com sorriso.
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41
Ouro Preto (MG)
Ouro Preto pede perna e atenção: arquitetura histórica, ladeiras e um roteiro que vira conteúdo por si só — não só imagem, mas história. Caminhadas e visitas formam um passeio denso, com recompensa visual e memória forte. A comida regional entra como pausa estratégica. Apesar do relevo puxado, o destino costuma render elogios por entregar uma viagem “com substância”. É recomendação frequente para quem quer cultura e impacto estético.
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42
Olinda (PE)
Olinda tem personalidade: rua, cor, arte e passeio a pé com energia própria. Patrimônio, cultura popular e gastronomia aparecem misturados numa experiência que gera registro espontâneo — foto de fachada, detalhe, esquina, vista. O calendário de festas e eventos mantém o destino no radar ao longo do ano. Em geral, a recomendação vem pelo conjunto: identidade forte, clima vibrante e beleza urbana que não precisa de roteiro complicado.
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43
Diamantina (MG)
Diamantina combina atmosfera histórica com uma identidade cultural que muita gente descreve como “diferente”. O passeio costuma ser de caminhar, observar detalhes, visitar espaços culturais e, quando dá, combinar natureza nas redondezas. Por não ser tão óbvia quanto outros clássicos, aparece muito como surpresa positiva — e isso aumenta o poder de recomendação. O conteúdo gerado costuma ter tom pessoal: descoberta, calma e sensação de lugar especial.
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44
Cabo Frio (RJ)
Cabo Frio é praia clássica com praticidade urbana: fácil de achar hospedagem, fácil de montar grupo, fácil de fazer viagem curta. O roteiro é direto — mar, passeios leves, estrutura para comer e circular — e por isso entra em muitas recomendações. A recorrência de visitas mantém o nome sempre aparecendo. Quando o objetivo é “praia sem complicar”, o destino costuma cumprir bem o papel.
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45
Tibau do Sul (RN)
Tibau do Sul chama pelo cenário: mirantes, falésias e litoral fotogênico que rende registro sem esforço. A estrutura turística ajuda a encaixar o destino para casal, família ou grupo, com passeios leves e boa oferta de serviços. Também funciona bem em roteiros do estado por permitir combinar praias com deslocamentos razoáveis. A recomendação geralmente vem com a sensação de viagem “bem resolvida”: bonita, prática e agradável.
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46
São Miguel dos Milagres (AL)
Milagres é refúgio: praia tranquila, baixa agitação e um ritmo que favorece silêncio e descanso. A experiência costuma ser simples — mar, passeio leve, boa comida — com hospedagens voltadas a um clima mais reservado. O visual claro e o coqueiral puxam aquela estética limpa que muita gente adora guardar e compartilhar. Por integrar uma rota com destinos próximos, aparece muito em roteiros combinados. E o elogio quase sempre repete a mesma palavra: paz.
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47
Tamandaré (PE)
Tamandaré entra na lista por um motivo simples: praia bonita com roteiro fácil. Dias de mar calmo, passeios diretos e uma estrutura que dá conta do turista formam uma viagem sem grandes fricções. Funciona bem tanto para férias quanto para escapadas mais curtas. A paisagem “vende” a experiência em foto — água clara, coqueiral, céu — e a recomendação costuma ser objetiva, quase um convite: vai e aproveita.
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48
Ilhéus (BA)
Ilhéus mistura litoral com identidade cultural e um senso de “história para contar”. Dá para alternar praia, cidade e gastronomia local sem complicar a logística, e ainda usar o município como base para explorar a região. Por não ser um destino de fórmula única, muita gente volta falando em descoberta. Em rede social, o apelo vem da mistura: descanso, cultura e comida no mesmo pacote, com cenários variados no caminho.
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49
Itacaré (BA)
Itacaré junta mar e verde com uma força que aparece nas fotos antes de qualquer legenda. O roteiro pode ser só praia e boa comida, ou pode virar exploração com mais natureza e atividade ao ar livre. Essa flexibilidade amplia o público e faz a estadia render mais dias. A atmosfera tem toque jovem, mas há conforto para quem prefere pousada e ritmo calmo. O elogio costuma vir pela sensação de lugar autêntico, sem perder estrutura.
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50
Pirenópolis (GO)
Pirenópolis é fim de semana com cara de viagem maior: ruas antigas, passeio a pé, gastronomia e natureza por perto para encaixar um banho de cachoeira ou trilha leve. O destino se sustenta em diferentes épocas do ano e ganha força com eventos e movimento constante. A proximidade de grandes eixos regionais aumenta a recorrência de visitas — e, com isso, as recomendações se multiplicam. É aquele lugar que mistura charme, praticidade e variedade sem forçar a barra.