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Governadores bolsonaristas criticam prisão do ex-presidente: “Injustiça prevaleceu”

Governadores apoiadores de Jair Bolsonaro (PL), se manifestaram sobre a prisão do ex-presidente, ocorrida neste sábado (22). Entre os nomes que repudiaram a determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), estão Tarcísio de Freitas (Republicanos), Ratinho Júnior (PSD) e Romeu Zema (Novo). 

Bolsonaro foi preso preventivamente após um alerta da tornozeleira eletrônica e da convocação de uma vigília, feita pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Segundo Moraes, havia indícios de uma tentativa de fuga do ex-presidente. 

Para o governador de São Paulo, “Tirar um homem de 70 anos da sua casa, desconsiderando seu grave estado de saúde e ignorando todos os apelos provenientes das mais diversas fontes, todos os laudos médicos e evidências, além de irresponsável, atenta contra o princípio da dignidade humana”, escreveu Tarcísio. 

Já Ratinho Júnior, chamou a prisão de “insensibilidade” e enviou solidariedade a família do ex-presidente. “Ao meu ver, a prisão demonstra insensibilidade do Poder Judiciário. Ao ex-presidente e aos seus familiares, minha solidariedade. Triste Brasil!”, escreveu ele, em postagem nas redes sociais.

Já o governador de Minas Gerais e pré-candidato a presidente do Brasil, Zema declarou que a “a injustiça prevaleceu” e disse que a prisão de Bolsonaro se trata de um “revanchismo político” e de que o ex-presidente está sendo “silenciado”. 

“A injustiça prevaleceu. O Brasil viu hoje o que já sabíamos: afastaram Jair Bolsonaro do convívio da família, de forma arbitrária e vergonhosa para nossa história. Silenciar opositor não é Justiça, é abuso de poder. Divergência política não pode ser motivo para prisão”, escreveu. 

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