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Visita de Nikolas Ferreira a Bolsonaro causa “dor de cabeça” ao deputado; entenda

A bancada do PSOL na Câmara dos Deputados acionou à Procuradoria-Geral da República (PGR) a quebra de sigilo telefônico do deputado federal Nikolas Ferreira (PL). O pedido ocorre após o parlamentar ser flagrado usando o celular durante uma visita ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). 

Em nota, o PSOL alega que Nikolas foi “formalmente informado sobre as regras de visitação” em meio a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro.

“O deputado foi formalmente informado das regras de visitação em 11 de novembro – normas que já estavam em vigor há mais de três meses. Nas próprias redes sociais, o parlamentar já havia criticado por diversas vezes as medidas cautelares impostas ao ex-presidente desde julho”, argumenta a legenda.

A representação foi apresentada no mesmo dia em que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, deu 24 horas para que a defesa do ex-mandatário explique o uso do aparelho por Nikolas. O episódio foi registrado em 21 de novembro. 

“Não se pode esquecer jamais que a visita ocorreu horas antes da tentativa de violação da tornozeleira eletrônica por Jair Bolsonaro. Teria o parlamentar participado de alguma forma do planejamento desta ação desastrosa de tentativa de violação da tornozeleira? É de interesse público a resposta a esta pregunta, pois um parlamentar em exercício não pode participar, em coautoria, de atos preparatórios de um crime”, acrescentou. 

Questionado pela CNN, Nikolas ferreira afirmou que a vista a Jair Bolsonaro ocorreu “dentro da normalidade” e que a polêmica em torno do caso é “patética”.

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