O senador Jaques Wagner (PT) comentou neste sábado (6) que a indicação do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para ser o candidato com o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) à Presidência da República em 2026.
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Para o petista, a indicação de Flávio deve provocar um cenário de incerteza na oposição ao governo de Jerônimo Rodrigues (PT) a menos de um ano das eleições.
“Eu acredito que terá impacto e terá. Porque eu não sei muito bem como é que os adversários de Jerônimo, os nossos adversários vão se comportar com essa indicação, precisa ver se ela vai ser mantida até o final”, afirmou Wagner.
“Eu sei que a torcida do grupo de oposição daqui era por algum outro nome e talvez fosse o atual governador de São Paulo. Eles achavam mais leve de conduzir. Mas eu vou insistir, essa decisão é deles, vamos ver como é que eles reagem a decisão, eu prefiro não me antecipar e responder por ele”, emendou.
Montagem da chapa governista
Já sobre a montagem da chapa do governador Jerônimo Rodrigues (PT), existe uma disputa pelas duas vagas para o Senado. Além de Wagner, o senador Angelo Coronel (PSD) e o ministro da Casa Civil Rui Costa (PT) também demonstraram interesse em disputar o pleito para a Casa Legislativa.
Apesar da disputa do trio pelas duas vagas para o Senado na chapa governista, Wagner garantiu que o grupo não vai rachar.
“Eu tenho uma convicção que esse grupo não racha. Esse grupo fez muito bem ao PT, ao PSD, ao PCdoB, a todos os partidos da base, ao Avante, que agora também está crescendo, ao Partido Verde, e é por isso que eu me orgulho dele, é um grupo onde as pessoas se sentem acolhidas. Eu sou o líder do grupo, mas eu não sou o chefe para dizer ‘vai fazer do jeito que eu quero’”, disse.
“Então, a gente tem trabalho e se comprometeu agora em janeiro a sentar para bater o martelo e não temos ainda uma conta final, mas eu garanto que a gente vai achar um caminho”, emendou.