
ACM Neto parece decidido a perder a eleição de 2026
Em um movimento que só pode ser descrito como “ousado”, ACM Neto parece ter descoberto uma nova estratégia eleitoral: perder aliados importantes sem nem mesmo tentar. O ex-prefeito, que já foi considerado um articulador político habilidoso, agora surpreende ao não conseguir cumprir a básica (e única) função que lhe cabe que é atender o telefone de um ex-aliado. Se o plano é causar espanto, ele está no caminho certo. Resta saber se os resistentes aliados vão aplaudir essa “genialidade” autodestrutiva ou se vão preferir alguém que, no mínimo, atenda às ligações.
O Paradoxo ACM: cobrar entrega de quem não tem nem abraço pra oferecer
Alguns “analistas” políticos seguem cobrando “entrega” de ACM Neto aos aliados como se ele ainda tivesse algum cargo na mão. Mas o ex-prefeito parece especializado no minimalismo político: nem gestos simbólicos (aquele aperto de mão que vira promessa de aliança eterna) ele consegue sustentar. Se o barco já estava à deriva, agora nem remo tem – só um punhado de aliados olhando para o horizonte e se perguntando: “Cadê o capitão?”. Enquanto isso, os “analistas” insistem em cobrar ações e discursos… de um homem que mal entrega “bom dia” direito.
Livro de Silvio Humberto expõe paradoxos baiano
O vereador Silvio Humberto lançou o livro “Retrato Fiel da Bahia – Sociedade, Economia e Racismo”, um brilhante livro que desmonta o mito da democracia racial e questiona a suposta “liberdade” dos escravos. A ironia? Na Bahia, onde os movimentos negros são historicamente ligados à esquerda (que governa o estado há 18 anos), o racismo estrutural segue intocado. Temos um governador negro, uma PM majoritariamente preta… que mata pretos em escala industrial. Aqui, o primeiro crime é nascer preto; o segundo, ser pobre e ousar existir nas periferias. Dados reais, contradições absurdas.
P.S.: Se o livro é um retrato fiel, a Bahia é a moldura que escorre sangue.
Escolas públicas da capital: o silêncio que alimenta o caos
Um cenário absurdo se repete diariamente nas escolas estaduais e municipais de Salvador: professores e alunos são vítimas de roubos e vandalismo dentro do próprio ambiente que deveria ser seguro. Pergunte para algum docente se ele ou ela tem coragem de deixar o celular em cima da mesa e virar para o quadro por uns minutos para escrever o assunto? Nas mochilas, materiais desaparecem ou são destruídos e o medo se instala entre os pobres estudantes. Alguns estudantes, desesperados, evitam sair das salas e ficarem longe dos seus pertences; carregam suas mochilas para irem ao banheiro e outros chegam ao extremo de trancar suas mochilas com cadeados. É a triste rotina em muitas unidades de ensino da capital. Tanto estadual quanto municipal.
A quem interessa esse silêncio?
Enquanto pais e alunos sofrem com a insegurança, gestores das unidades de ensino parecem alheios ao problema. Não há políticas eficazes de vigilância, nem projetos sérios para proteger estudantes e professores. O resultado? Um ambiente escolar que, em vez de acolher, traumatiza. Se a escola não é um espaço seguro, o que resta para as futuras gerações?
Professores, essa bola também pertence a vocês.
Professores, sou daquelas que defendem que o salário de vocês deveriam sem o maior do funcionalismo público. Mas não basta lutar apenas por salários melhores – é preciso exigir também dignidade no ambiente de trabalho. Vocês e seus alunos estão sendo roubados, humilhados e deixados à própria sorte. Cadê a mobilização APLB? Se a categoria não se unir para cobrar segurança e respeito, quem o fará?
Chega de omissão
Se a sociedade não gritar, se os professores não se levantarem, se a imprensa não expuser, o ciclo de violência só vai piorar. A educação é o alicerce do futuro. No Brasil, esse alicerce está rachado. É hora de reparar os danos antes que desmorone de vez.
Político e as práticas divinas que nunca chegam
Todo político adora dizer que “é uma pessoa de fé” e que “tudo acontece no tempo de Deus”. O que eles não sabem é que Deus, inteligente como é, já lavou as mãos para política brasileira há tempos. Afinal, Ele mandou Jesus para andar entre os pobres, curar leprosos e até morrer na cruz – mas nenhum apóstolo foi enviado para gerir um orçamento secreto, desviar merenda escolar ou roubar da vovozinha. E por falar em sacrifício… Qual desses “servos de Deus” teria a coragem de usar um posto de saúde, uma escola pública ou o transporte público de suas próprias cidades? Nenhum! Pelo menos rezam pela paciência do eleitor.
Atakarejo de Pituaçu: a obra-prima do caos viário que só Salvador gosta de criar
Salvador acaba de ganhar seu mais uma unidado do Atakarejo. Desta vez em Pituaçu, estrategicamente instalado na esquina mais inconveniente possível — saída da Av. Pinto de Aguiar com a orla. Parabéns aos gênios que decidiram colocar o estacionamento exatamente na saída da curva, garantindo que cada motorista precise rezar para não ser atingido por um carro, um caminhão ou um milagre, enquanto enfrentam um engarrafamento absurdo. Em outras cidades os gestores de tráfego trabalham para evitar congestionamentos, em Salvador eles parecem participar de um concurso secreto de “Como criar caos no trânsito”. O resultado? Mais um ponto de intenso tráfego na capital. Parece até piada pronta.