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Justiça italiana decide manter Carla Zambelli presa cautelarmente; saiba detalhes

A Justiça italiana rejeitou o pedido da defesa da deputada federal Carla Zambelli (PL-SP), e decidiu manter a prisão cautelar da parlamentar. A decisão foi publicada na última quinta-feira (15), como resultado da audiência realizada no Tribunal de Apelações de Roma, realizada na última quarta-feira (13). 

Em nota divulgada pela Advocacia-Geral da União (AGU), foi revelado que o órgão influenciou na decisão da corte italiana, ao ter enviado “documentos e argumentos jurídicos decisivos para confirmar a legalidade da prisão cautelar para fins de extradição”. 

Carla Zambelli foi condenada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a dez anos de prisão por ter invadido o sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), para implantar documentos falsos contra o ministro Alexandre de Moraes, tendo sido auxiliada por um hacker, identificado como Walter Delgatti Neto, que está preso. 

Desde que fugiu do Brasil, logo apos sua condenação, Zambelli foi incluída na lista de procurados da interpol. Ela foi localizada na Itália, tendo sido presa no dia 29 de junho, sendo enviada ao presídio feminino de Rebibbia, na capital italiana. 

Os advogados da deputada pediram que ela ficasse em prisão domiciliar, em um apartamento em Roma, cumprindo medidas cautelares, devido a seu estado de saúde delicado. Zambelli afirma ter Síndrome de Ehlers-Danlos, doença rara que causa frouxidão nos músculos e articulações. 

Eles ainda argumentaram que a parlamentar oferece baixo risco de fulga do país e que seu passaporte foi apreendido.

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