A rejeição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) diminuiu pela primeira vez desde o início do ano. O índice aumentou 6 pontos de janeiro para março e 2 pontos de março para maio, mas agora caiu 6 pontos em agosto (está em 51%).
O indicador aumentou entre os candidatos de oposição, como o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que tinha 32% de rejeição em janeiro e março, e 33% em maio. E em agosto, o índice subiu seis pontos e alcançou 39%.
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que está inelegível por decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), aumentou a rejeição de 55% em maio para 57% em agosto. O filho dele, Eduardo Bolsonaro (PL), também registrou o mesmo número. Os dois são os nomes com maior índice de rejeição entre os principais pré-candidatos.
Maioria dos eleitores acreditam que Lula não deveria concorrer
Apesar de liderar os cenários de 1º e 2º turno no levantamento, 58% dos eleitores dizem que Lula não deveria disputar a reeleição em 2026. Bahia e Pernambuco são os únicos estados onde esse índice não representa o pensamento da maioria dos entrevistados. O estudo revelou também que 47% dos brasileiros têm mais receio da volta de Bolsonaro ao poder do que da reeleição de Lula (39%).
A pesquisa foi realizada entre 13 e 17 de agosto de 2025 e ouviu 12.150 eleitores de forma presencial em oito estados (São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Goiás, Bahia e Pernambuco).