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Sauer e Galatea se Encontram no Universo do Tarô

Divulgação

Brincos da Sauer inspirados nas cartas de tarô, “O Mundo” e “A Roda da Fortuna”

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Na intersecção entre arte, espiritualidade e design contemporâneo, a Galatea abre hoje, segunda-feira (9), a exposição Antônio Maia: símbolos mágicos, com uma parceria inédita: a participação especial da joalheria Sauer. A mostra, que apresenta uma série de pinturas do artista sergipano Antônio Maia (1928–2008), estará em cartaz até 2 de agosto na unidade da galeria na Rua Padre João Manuel, em São Paulo.

O ponto de partida da exposição são os 22 Arcanos Maiores do tarô — tema que atravessa a obra de Maia e ganha novo fôlego neste conjunto de trabalhos concebido a partir de uma experiência com o tarólogo Namur Gopalla, em 1986. Imerso em um universo onde cabala, alquimia, astrologia e intuição se entrelaçam, o artista constrói um imaginário místico, repleto de simbologias, cores vibrantes e gestos rituais. A curadoria e o texto crítico são assinados por Lucas Dilacerda.

A Sauer, por sua vez, amplia o alcance simbólico da exposição com uma criação especialmente desenvolvida para a ocasião: um par de brincos que traduz a intensidade visual e espiritual dos Arcanos Maiores em forma de joia. Desenhada por Stephanie Wenk, diretora criativa da marca, a peça propõe uma leitura contemporânea e sofisticada das cartas que inspiraram Maia — um diálogo entre ourivesaria e pintura, entre o tangível e o invisível.

“Ao mergulhar no universo simbólico do tarô, buscamos traduzir em joia a força dessas figuras e a sensibilidade única com que foram interpretadas. É um encontro entre a arte, o misticismo e a joalheria contemporânea”, afirma Stephanie.

Além da peça exclusiva, a mostra também exibe joias da coleção TAROT, lançada anteriormente pela Sauer. A coleção, composta por anéis, brincos e colares inspirados nos arcanos maiores e menores do baralho esotérico, traz amuletos que evocam proteção, sorte e conexão espiritual — e reforça o compromisso da marca com uma joalheria que vai além da estética: carregada de simbolismo, cada peça é pensada como um talismã contemporâneo.

Natural do interior de Sergipe, Antônio Maia construiu uma obra marcada pelo diálogo entre a religiosidade popular nordestina e as linguagens visuais contemporâneas. Sua produção é reconhecida principalmente pelos ex-votos, tema que permeou seu trabalho por mais de 30 anos, mas nesta série, ele amplia sua abordagem, incorporando elementos do imaginário esotérico e místico, criando uma ponte entre o popular e o pop — atmosfera que o curador define como “surrealismo nordestino”. 

Esta é a quarta vez que a série de pinturas do tarô de Antonio Maia é apresentada ao público, tendo sido exibida anteriormente em exposições na Galeria Bonino (1993), no Museu Chácara Dona Catarina (2000) e no Centro Cultural dos Correios (2008), em mostra póstuma.

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