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Vitória da Conquista é a melhor do estado para se viver, segundo estudo

Vitória da Conquista voltou a se destacar no cenário nacional. De acordo com o estudo Desafios da Gestão Municipal 2024, elaborado pela consultoria Macroplan, o município conquistense avançou 26 posições no ranking geral das 100 maiores cidades do Brasil e agora ocupa a 67ª colocação, sendo a melhor cidade da Bahia para se viver.

O levantamento avalia 15 indicadores distribuídos em quatro áreas essenciais: educação, saúde, segurança e sustentabilidade com saneamento. A partir desses dados é calculado o Índice dos Desafios da Gestão Municipal (IDGM), que varia de 0 a 1. Quanto mais próximo de 1, melhor o desempenho do município.

Com nota 0,576, Conquista superou todas as demais cidades baianas avaliadas, como Salvador (78ª), Camaçari (86ª) e Feira de Santana (87ª). Além disso, ficou à frente de diversas capitais do Nordeste, incluindo Maceió (93ª), Natal (73ª) e Teresina (74ª).

Um salto de desenvolvimento

O avanço de 26 colocações no ranking nacional representa um dos maiores crescimentos entre todas as 100 cidades analisadas. Vitória da Conquista figura ao lado de São José dos Pinhais (PR) e Cascavel (PR), que também registraram ganhos expressivos.

Esse crescimento reflete a melhoria em indicadores fundamentais, como infraestrutura urbana, educação básica, segurança e gestão fiscal. A cidade vem consolidando sua posição como polo regional de serviços, saúde e educação, além de atrair investimentos privados e fortalecer o turismo de negócios.

A expansão urbana planejada, o fortalecimento da economia local e a ampliação dos serviços públicos de qualidade são fatores que explicam por que Conquista aparece hoje entre os grandes destaques do Brasil em desenvolvimento social e humano.

O estudo e sua abrangência:

O DGM 2024 reúne dados das 100 maiores cidades brasileiras, responsáveis por 38,6 por cento da população nacional (78 milhões de habitantes) e 44,2 por cento do PIB do país, somando cerca de 4 trilhões de reais. Essas cidades concentram ainda 52,3 por cento dos empregos formais, com mais de 27 milhões de trabalhadores.

O relatório mostra que, embora os grandes centros continuem liderando o ranking, cidades médias como Vitória da Conquista têm apresentado avanços consistentes, fruto de uma gestão pública eficiente e de políticas que priorizam a qualidade de vida.

As 100 Melhores Cidades para se Viver no Brasil (DGM 2024):

1. Maringá (PR) – 0,765

2. Franca (SP) – 0,722

3. Jundiaí (SP) – 0,721

4. Uberlândia (MG) – 0,720

5. Curitiba (PR) – 0,718

6. Cascavel (PR) – 0,714

7. São José dos Campos (SP) – 0,713

8. Piracicaba (SP) – 0,710

9. São José do Rio Preto (SP) – 0,706

10. Barueri (SP) – 0,700

11. Santos (SP) – 0,697

12. Belo Horizonte (MG) – 0,696

13. Ribeirão Preto (SP) – 0,695

14. São Paulo (SP) – 0,695

15. Sorocaba (SP) – 0,694

16. São Bernardo do Campo (SP) – 0,692

17. Campinas (SP) – 0,687

18. Londrina (PR) – 0,686

19. São José dos Pinhais (PR) – 0,685

20. Vitória (ES) – 0,683

21. Florianópolis (SC) – 0,682

22. Joinville (SC) – 0,681

23. Santo André (SP) – 0,680

24. Taubaté (SP) – 0,672

25. Limeira (SP) – 0,671

26. Blumenau (SC) – 0,671

27. Goiânia (GO) – 0,663

28. Palmas (TO) – 0,662

29. Montes Claros (MG) – 0,662

30. Diadema (SP) – 0,658

31. Sumaré (SP) – 0,653

32. Praia Grande (SP) – 0,652

33. Suzano (SP) – 0,652

34. Contagem (MG) – 0,646

35. Mauá (SP) – 0,646

36. Rio de Janeiro (RJ) – 0,645

37. Foz do Iguaçu (PR) – 0,645

38. Ponta Grossa (PR) – 0,645

39. Uberaba (MG) – 0,644

40. Caxias do Sul (RS) – 0,644

41. Taboão da Serra (SP) – 0,640

42. Bauru (SP) – 0,638

43. Mogi das Cruzes (SP) – 0,637

44. Niterói (RJ) – 0,636

45. Betim (MG) – 0,631

46. Vila Velha (ES) – 0,630

47. Campo Grande (MS) – 0,630

48. Porto Alegre (RS) – 0,628

49. Petrolina (PE) – 0,622

50. Petrópolis (RJ) – 0,620

51. Fortaleza (CE) – 0,606

52. Osasco (SP) – 0,605

53. Campina Grande (PB) – 0,603

54. Serra (ES) – 0,603

55. Ribeirão das Neves (MG) – 0,600

56. Cuiabá (MT) – 0,596

57. Guarulhos (SP) – 0,593

58. Juiz de Fora (MG) – 0,589

59. Anápolis (GO) – 0,585

60. São Vicente (SP) – 0,583

61. Boa Vista (RR) – 0,582

62. Caucaia (CE) – 0,581

63. Cotia (SP) – 0,581

64. Recife (PE) – 0,579

65. João Pessoa (PB) – 0,577

66. Itaquaquecetuba (SP) – 0,577

67. Vitória da Conquista (BA) – 0,576

68. Pelotas (RS) – 0,575

69. Caruaru (PE) – 0,573

70. Canoas (RS) – 0,570

71. Guarujá (SP) – 0,568

72. Carapicuíba (SP) – 0,563

73. Natal (RN) – 0,562

74. Teresina (PI) – 0,561

75. Aracaju (SE) – 0,560

76. Aparecida de Goiânia (GO) – 0,553

77. Juazeiro do Norte (CE) – 0,552

78. Salvador (BA) – 0,545

79. Cariacica (ES) – 0,541

80. Paulista (PE) – 0,536

81. São Luís (MA) – 0,530

82. Campos dos Goytacazes (RJ) – 0,527

83. Olinda (PE) – 0,526

84. Várzea Grande (MT) – 0,521

85. Manaus (AM) – 0,518

86. Camaçari (BA) – 0,511

87. Feira de Santana (BA) – 0,504

88. Ananindeua (PA) – 0,498

89. Rio Branco (AC) – 0,497

90. Jaboatão dos Guararapes (PE) – 0,494

91. Belém (PA) – 0,493

92. São Gonçalo (RJ) – 0,492

93. Maceió (AL) – 0,489

94. Santarém (PA) – 0,487

95. São João de Meriti (RJ) – 0,486

96. Nova Iguaçu (RJ) – 0,468

97. Porto Velho (RO) – 0,464

98. Belford Roxo (RJ) – 0,456

99. Duque de Caxias (RJ) – 0,416

100. Macapá (AP) – 0,403

 

O interior que inspira o Brasil:

A presença de Vitória da Conquista entre as 100 melhores cidades do país e o avanço expressivo no ranking nacional representam um retrato do novo interior brasileiro: inovador, resiliente e com vocação para o desenvolvimento.

Mais do que números, esse resultado simboliza o reconhecimento de uma cidade que cresce com planejamento, acolhe com humanidade e continua transformando realidades.

 

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