Ainda segundo a assessoria de Dino, o magistrado estava sentado e trabalhava de cabeça baixa, quando a passageira começou a gritar que “o avião estava contaminado” e que “não respeitava esse tipo de gente”.
A assessoria do magistrado afirmou ainda que “todas as medidas cabíveis foram adotadas pelas autoridades competentes”. As agressões foram classificadas pela equipe como inaceitáveis, “ainda mais no interior de um avião, por atrapalhar outros passageiros e colocar em risco a operação do voo”.