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Florin J.D está entre destaques da 16ª EXPOAGRI

Garanhão, filho de Rubi L.J e Regata J.D, é garantia de qualidade genética na reprodução.

28 de abril - 2014 às 16h25
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Carlinhos e Florin - Fotos: Renato Sampaio / Sertão Baiano

Daniel Pinto

O mangalarga marchador Florin J.D completa 11 anos de idade em 22 de dezembro deste ano. Apesar de possuir uma excelente marcha picada, atualmente tem sido usado (apenas) para reprodução e para contemplação de criadores, tratadores e amantes da raça. Florin, como é carinhosamente chamado pelos admiradores, é a “estrela” do Haras Vô Milu - de Ibipeba, norte do Estado - cujo proprietário é o criador Jovino Soares Barreto, destacado como um dos “desbravadores” do cavalo mangalarga marchador na Região de Irecê. Em conversa com a reportagem do Sertão Baiano, Jovino Barreto explicou como é o processo de cobertura: “o criador deve levar sua égua até o nosso haras e não pode esquecer do exame negativo de anemia. A égua fica aos nossos cuidados durante um período específico, que dura entre 20 e 30 dias. A cobertura é feita de forma natural e com acompanhamento profissional. A égua sai de lá com ultrassonografia garantido a prenhez”. Interessados devem tratar diretamente com Jovino pelo telefone (74) 9963-1064.

Florin J.D é filho Rubi L.J e Regata J.D, genitores de outros campeões em diversas categorias. De acordo com o tratador Carlos Santos de Jesus, o popular Carlinhos, além da docilidade e andamento excepcional, o que mais chama atenção em Florin é a “beleza racial exuberante”. “Estamos falando de um cavalo que pertence a uma linhagem nobre, um animal que tem postura, disciplina e uma marcha picada que proporciona comodidade e facilidade de condução; características que são transferidas diretamente aos seus descendentes”.

Florin será destaque entre os animais expostos na 16ª Exposição Agropecuária da Região de Irecê (EXPOAGRI), que acontece entre os dias 1 e 4 de maio.


Mito sobre o Mangalarga Marchador

Além do notável talento para tratar com cavalos, Carlinhos é criador e possui vasto conhecimento sobre a raça mangalarga. “Nasci praticamente montado”, brinca o tratador, que é natural de Itaberaba, mas adotou Irecê como lar. Carlinhos garante que não há “fórmula mágica” para lidar com os animais, mas “paixão e conhecimento” são essenciais. Dentre suas funções, destaque para o trabalho de casqueamento, doma e montaria, além de supervisão da rotina de limpeza das baias, alimentação e cobertura.

Um dos mitos em torno do mangalarga marchador é de que a raça demanda um custo elevado de manutenção. Carlinhos se define como “prova viva” de que essa história não passa de lenda. “É preciso um investimento inicial para compra do potro ou do animal já desenvolvido. Mas, sem dúvida, não é preciso mais do que uma ‘tarefa’ para criar um cavalo com qualidade. Em ¼ da terra se faz uma capineira, em outro pedaço de chão se constrói uma baia, caso o animal precise de confinamento. No mais, é garantir um poço para suprir a necessidade de água e se preocupar com um complemento, que pode ser ração ou farelo de milho e trigo”, revelou o experiente criador que mantém três éguas e um potro na Queimada do Floriano, povoado de Irecê.

Outra opção também é procurar um dos haras disponíveis na região, com pacotes que custam em média R$ 250. Também não se pode esquecer dos custos eventuais com veterinário ou na compra de acessórios. Mas, como não se trata de despesas fixas, os valores empregados nestes dois quesitos são considerados “investimento”. Clique aqui e curta e fanpage de Florin J.D!

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